terça-feira, 10 de setembro de 2019

  Hello Guys!
  This post is for Uninove's English Workshop!
 I going travel to USA in October 25th and i will stay there until November 1st. My objective is enjoy the Halloween with my friends.
 We are go stay at the Hollywood Hotel in California and probably are go buy the costume nearby.
 I will be the Freddy Krueger and give a lot of scares in 31th.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Rap
Rap (em inglês, também conhecido como emceeing) é um discurso rítmico com rimas e poesias, que surgiu no final do século XX entre as comunidades negras dos Estados Unidos. É um dos cinco pilares fundamentais da cultura hip hop, de modo que se chame metonimicamente (e de forma imprecisa) hip hop.
Pode ser interpretado a capela bem como um som musical de fundo, chamado beatbox. Os cantores de rap são conhecidos como rappers ou MCs, abreviatura para mestre de cerimônias.

Início
O rap, comercializado nos EUA, desenvolveu-se tanto por dentro como por fora da cultura hip hop, e começou com as festas nas ruas,nos anos 70 por jamaicanos e outros. Eles introduziam as grandes festas populares em grandes galpões,com a prática de ter um MC, que subia no palco junto ao DJ e animava a multidão, gritando e encorajando com as palavras de rimas, até que foi se formando o rap. A origem do Rap veio da Jamaica, mais ou menos na década de 1960 quando surgiram os sistemas de som, que eram colocados nas ruas dos guetos jamaicanos para animar bailes. Esses bailes serviam de fundo para o discurso dos "toasters", autênticos mestres de cerimônia que comentavam, nas suas intervenções, assuntos como a violência das favelas de Kingston e a situação política da Ilha, sem deixar de falar, é claro, de temas mais polêmicos, como sexo e drogas. No início da década de 1970 muitos jovens jamaicanos foram obrigados a emigrar para os Estados Unidos, devido a uma crise econômica e social que se abateu sobre a ilha. E um em especial, o DJ jamaicano Kool Herc, introduziu em Nova Iorque a tradição dos sistemas de som e do canto falado e foi se espalhando e popularizando entre as classes mais pobres ate chegar a atingir a alta sociedade.

Rap na Música
Rap, na música, é extremamente fidedigna à improvisação poética sobre uma batida no tempo rápido e frequentemente só é acompanhada pelo som do baixo, ou sem acompanhamento. Rap é um estilo musical raro em que o texto é mais importante que a linha melódica ou a parte harmônica; sendo um dos dois únicos estilos musicais da história da música ocidental em que o texto é mais importante que a música o outro sendo o canto gregoriano, em que a música era uma monodiahomofônica, marcada pelo ritmo, e a melodia religiosamente não podia nunca sobressair o texto litúrgico. O rap não usa melodias e motivos decorativos e harmônicos com arranjos elaborados dos instrumentos, mas vale-se somente em quão rápido o cantor narra a sua "fala" com muito pouca musicalidade adicionada a sua poesia. A música rap também tem uma similaridade distinta com a música celta em que forma-se uma brincadeira na qual os cantores tentam duelar suas frases com rimas, rapidamente improvisadas e humorísticas; alternadamente, um desafiando o outro nas rápidas frases inteligentes; quem ganha deixando o outro esgotado sem idéias não paga pelas bebidas. Esta influência indireta e não intencional veio da música de raiz, de folclore, importada pelos imigrantes escoceses e irlandeses que migraram para o sul dos EUA, das fazendas de plantação, como a música afro-americana, que pelo povo do sul, com a música de improvisação, no Jazz de raiz, surge nos duelos de banjo (country) depois, e desses "duelos" aparece também, bem mais tarde, o rap.

Brasil
No Brasil, o movimento hip hop foi adotado, pelos jovens negros e pobres de cidades grandes, como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e Curitiba, como forma de discussão e protesto contra o preconceito racial, a miséria e a exclusão.
Antes mesmo do rap chegar ao Brasil, algumas canções no estilo já tinham sido lançadas. Como possíveis primeiras canções estão "Deixa Isso Pra Lá" (1964) de Jair Rodrigues , "Melô do Tagarela" (1979) de Arnaud Rodrigues e Luís Carlos Miele (paródia de Rapper's Delight de Sugarhill Gang) , "Mandamentos Black" (1977) e Mêlo do Mão Branca" (1984) de Gerson King Combo . Outros como Rappin Hood, apontam que os repentistas nordestinos seriam os precursores do estilo no país .
O rap chegou ao Brasil no final dos anos 1980, com grupos de periferia que se reuniam na estação São Bento do metrô de São Paulo, lugar onde o movimento punk começava a surgir. Nesta época, as pessoas não aceitavam o rap, pois consideravam este estilo musical como sendo algo violento e tipicamente de periferia. Os primeiros a frequentar o local foram os dançarinos debreakdance, o principal tipo de dança hip hop.
O dançarino Nelson Triunfo é considerado um dos primeiros dançarinos de breakdance do país . Dentre estes b-boys, muitos acabaram decidindo serem rappers, como são chamados os cantores de rap. Apelidados de "tagarelas", tiveram que se mover para a Praça Roosevelt porque houve uma divisão de grupos para cada um continuar difundindo um pilar da cultura hip hop em cada lugar. Pouco tempo depois, os rappers tornaram-se os principais representantes do movimento no Brasil.
Foi de colaboração essencial para o desenvolvimento do rap no país a apresentação do popular grupo americano Public Enemy, em 1984. Através dele foi apresentado o rap a um número grande de pessoas e começou a se difundir rapidamente entre a periferia dos grandes bairros. Em 1977, foi lançada "Kátia Flávia" pelo cantor e ator carioca Fausto Fawcett, considerado o primeiro rap do respectivo estado. O primeiro álbum exclusivo de rap brasileiro que se tem notícia é Hip-Hop Cultura de Rua, lançado em 1988 pela gravadora Eldorado e produzida por Nasi e André Jung, ambos integrantes do grupo de rock Ira! Nele foram apresentados artistas como Thaíde e DJ Hum, MC Jack e Código 13. O destaque ficou por conta de Thaíde, que interpretou os clássicos versos: "Meu nome é Thaíde, Meu corpo é fechado e Não aceita revide". As bases do disco eram baseadas em funks americanos e acompanhadas espontaneamente de scratches feitos pelos equipamentos de DJs.
No mesmo ano, a segunda coletânea foi lançada e projetou um dos maiores grupos da história do rap brasileiro, os Racionais MC's. Consciência Black, Vol. I, reuniu oito faixas, dentre elas "Tempos Difíceis" e "Racistas Otários" dos Racionais. Formado por Mano Brown, Edy Rock, Ice Blue e KL Jay, o grupo apresentou para a mídia um rap voltado mais para a desigualdade na periferia e as injustiças sociais com a raça e cor dos membros. Outras compilações da década de 80 foram Ousadia do Rap, de Kaskata's Records, O Som das Ruas, de Chic Show, Situation RAP de FAT Records. A maioria destas gravadoras surgiram de pessoas que organizavam bailes blacks nos anos passados.
Com a mudança na política da capital paulista, foi criada em agosto de 1989 a MH2O, abreviatura de Movimento Organizado de Hip Hop no Brasil, que posteriormente se tornaria uma organização não-governamental e estando presente em quatro das cinco regiões do país. Este movimento organizou a cultura hip hop, dividindo em seus principais pilares e organizando as primeiras oficinas culturais. A M2HO pode ser considerada como a responsável pelo novo tema abordado nos raps, que antes eram feitos com base em piadas e histórias quaisquer.
Em 1990, os Racionais MC's lançaram o seu trabalho de estréia, intitulado Holocausto Urbano, através da gravadora Zimbabwe Records. Foi lançado em formato de LP e contava - além das duas músicas da coletânea anterior - com "Pânico na Zona Sul", "Hey Boy", "Beco sem Saída" e "Mulheres Vulgares". Racionais ainda lançou Escolha seu Caminho em 1992 e Raio X Brasil, em 1993. Este último foi considerado o marco da propagação do rap na música brasileira, fazendo os Racionais atrairem mais de 10 mil pessoas por show. Tal fato fez o grupo abrir um espetáculo do norte-americano Public Enemy. As músicas "Fim de Semana no Parque" e "Homem na Estrada", contidas em Raio X Brasil foram as primeiras de rap "alternativo" a serem executadas na rádio. No ano seguinte, uma coletânea chamada Racionais MC's foi lançada pela RDS Fonográfica reunindo as faixas dos três álbuns anteriores.
Em 1993, no Rio de Janeiro, MV Bill participou da coletânea Tiro Inicial, que foi crucial para que seguisse na carreira de rapper. Mas seu primeiro álbum, Traficando Informação, só viria em 1999. Com esse álbum, MV Bill recebeu o Prêmio Hutúz de 2000, na categoria álbum do ano.
Também no Rio de Janeiro e em 1993, surgiu o Planet Hemp, liderado por Marcelo D2 com uma espécie de rapcore, misturando elementos do rap com reggae e rock. Seu primeiro álbum, intitulado Usuário, recebeu disco de ouro por 140 mil cópias vendidas. A sua temática foi bastante repreendida pelas autoridades da época, que censuraram o videoclipe de "Legalize Já", uma clara apologia ao uso da maconha. O entorpecente era tema recorrente nas letras do Planet Hemp, que possuía uma postura totalmente favorável à sua legalização e uso, começando pelo próprio nome do grupo.
Nessa mesma época, surgia Gabriel o Pensador com a demo "Tô Feliz (Matei o Presidente)", que foi censurada cinco dias após o lançamento. Apesar disso, logo depois o rapper assinou com a Sony Music e lançou o seu primeiro álbum homônimo, que alcançou grande sucesso no mainstream com músicas como "Lôrabúrra", "Retrato de um Playboy" e "175 Nada Especial", sendo que a última possuía um videoclipe vinculado na televisão com a participação de diversas personalidades, como o jogador de futebol Ronaldo.
Ainda naquele ano em São Paulo, o Facção Central, principal nome do gangsta rap brasileiro, lançou o álbum de estréia Família Facção seguido por Juventude de Atitude, de 1995. Com uma temática muito mais pesada que a da maioria dos grupos de rap da cena paulista, o Facção Central trata na totalidade de sua discografia sobre a violência, crime, pobreza e repressão policial nas favelas de São Paulo. O álbum Versos Sangrentos de 1999, foi um dos mais polêmicos. As composições fortes de Eduardo Combinadas com o videoclipe de "Isso aqui é uma Guerra" vinculado na MTV, tiveram suas gravações confiscadas pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado, tendo sua exibição proibida pelo Ministério Público, que abriu um processo contra os integrantes. O assessor de Direitos Humanos do Ministério Público de São Paulo, Carlos Cardoso, por sua vez declarou: "O grupo prega uma luta de classes primitiva. O casamento da letra com as imagens resulta num filme de horror absurdo." Este fato acabou trazendo ainda mais popularidade para o grupo e sua temática principal, que hoje é considerado um dos maiores nomes do rap nacional.
Além desses casos, o rap já foi centro de diversas outras polêmicas por causa de composições, como em 1992, em que o grupo de rapcore Pavilhão 9 causou controvérsia com o lançamento do álbum de estréia Primeiro Ato. Uma música intitulada "Otários Fardados" fez com que os integrantes fossem alvo de ameaças telefônicas anônimas.
O Realidade Cruel do interior paulista, é outro nome importante da cena do hip hop de São Paulo, seu primeiro álbum Só Sangue Bom foi lançado em 1999, com uma temática agressiva, semelhante ao Facção Central. Diversos outros grupos paulistas de grande importância para o rap nacional surgiram na década de 1990, entre eles Face da Morte, Detentos do Rap e Sistema Negro.
Nessa década também emergiu a cena hip hop na Região Metropolitana de Brasília, destaque para as bandas com o selo da Gravadora Discovery: Cirurgia Moral, Câmbio Negro, Código Penal, entre outras.
Em 1997, os Racionais MC's lançaram o álbum Sobrevivendo no Inferno, considerado a obra definitiva da banda com os seus maiores sucessos contidos, foi eleito pela Rolling Stone como o décimo quarto melhor disco brasileiro de todos os tempos e vendeu mais de 1,500,000 cópias, sendo 200 mil apenas no mês de lançamento. Hits como "Capítulo 4, Versículo 3" e "Diário de um Detento", apareceram na MTV com apresentação ao vivo no VMB e videoclipe vinculado na programação, respectivamente
Em 2002 o rapper Sabotage proveniente da Zona Sul de São Paulo lançou seu álbum de estreia Rap é Compromisso pela gravadora Cosa Nostra. Sua carreira promissora chegaria ao fim já em janeiro de 2003, quando ele foi assassinado.
Em 2003 Marcelo D2 lança seu segundo álbum A Procura da Batida Perfeita, que rapidamente tornou-se um sucesso entre o grande público e o levou a fazer versões acústicas de suas músicas para a MTV.
Em 2007 emergiu no Rio de Janeiro o Cone Crew Diretoria com a mixtape Ataque Lírico. Com uma temática semelhante ao Planet Hemp, posteriormente o grupo gozaria de sucesso significativo no final da década, mostrando-se um dos grupos mais conhecidos da cena carioca no período, título que divide com o Oriente.
Artistas consolidados e respeitados como Racionais MC's, MV Bill, GOG seguem nesta época sua carreira artística. Por outra parte, o carioca Marcelo D2, com sua mistura de hip hop e samba, conseguiu relevância internacional, atuando em vários países da Europa, nos Estados Unidos e sendo entrevistado pelo jornal espanhol El País.
Nos anos finais da década dos anos 2000, apareceu uma nova cena paulista que contribuiu para renovar o hip hop brasileiro em todos os âmbitos. Com estilo ágil e letras mais variadas (não só sobre crime e condições de vida em subúrbios e favelas) mas mantendo o espírito underground e a consciência social, artistas vinculados a "Laboratório Fantasma" como o Emicida, Rashid,Projota, Criolo Doido ou Kamau são os nomes mais destacados desta nova geração paulista. Alguns desses artistas, como o Emicida, começaram sua carreira artística nas batalhas de MC's. A participação do Emicida no programa de Jô Soares evidenciou o fato do rap brasileiro ter ganhado um importante espaço na mídia e na sociedade brasileira, presente diversas vezes na lista trending topic mundial no Twitter.
  

                     http://pt.wikipedia.org/wiki/Rap

Entrevistas:
Nome:Mauro de França
Idade:17 anos
Estado:São Paulo
Como conheceu o rap?: “Conheci o gênero através dos meus pais e dos meus tios,que me influenciaram a ouvir rap,tinha mais ou menos 4 ou 5 anos quando na minha casa só tocava Racionais, Facção, Expressão Ativa, entre outros.
O que mais chamou a atenção?: “O que mais me chamou a atenção no gênero foi a mensagem, o jeito como cantam e a inteligência nas letras, por que não é uma coisa normal esse tipo de pensamentos , por que eles mostra através das letras que à vida não é nenhuma novela das seis, nem Malhação, não é seriado da Fox, a vida é dura.”
Porque gosta?: Gosto pelas mensagens, letras, batidas , porque existem vários tipos de rap. Tem o rap revolucionário , o rap underground, os 80, os 90. Os undergrounds são aqueles mais inteligentes com batidas mais dançantes, então eu gosto por isso, pelas letras e por meus pais serem os pilares disso e gostarem tanto desse gênero.
Do que não gosto?: O que eu não gosto são uns que estão chegando agora, que estão começando a saber o que é o rap de verdade e meio que dizem que o rap é deles, isso é o que eu não gosto, na verdade tenho muito ódio disso, por que na favela só cabe o Racionais e tem muita gente ai que ta achando que são melhores mas estão começando agora, então tem que ter um pouco de respeito, não vou citar nomes por que é meio desnecessário, estão de achando um 2Pac da vida!”
Principais grupos e cantores?: “Eu tenho muitos cantores e grupos, nacionais e internacionais.
Vou começar pelos nacionais: Sabotage, Dexter, Nocivo Shomon, Marechal, Negra Li, Gabriel Pensador, 509-E, Trilha sonora do gueto, Haikaiss, Zero real marginal,Carteu Mc’s, Insônia, Ericon, Café crime, Cacife Clandestino, Shaolin, Start RAP, Marcelo D2, Kamau, Rappin Hood, Posso mente Zulu, Flow MC, entre outros.
Internacionais:2Pac, Eminem, 50 Cent, Notorious B.I.G, The game, Eazy-E, Wu tang clan, DMX, Beat Boys, Dr.Dre, Snoop Dog, Ice cube,N.W.A, D-12, Rayce da 59, Kendrick Lamar, Joey Bada$$, Tyler, The creathor, Tyga, Chris Brown, Bow-ow, Omarion, T-pain, A$AP ROCKY, A$AP FERG, A$PP MOB, RZA, GZA, Method Man, entre outros.”
Músicas favoritas?: “As músicas que mais gosto são: Artigo 157 do Racionais, Jesus Chorou-Racionais, e praticamente todas deles. Na dor de uma lágrima-Expressão Ativa, Respeito é pra quem tem-Sabotage, A cultura-Sabotage, Mun Rá-Sabotage e todas dele. Gosto Ambitionz e as Ridah 2Pac, I an’t mad at cha-2pac, Hit em up-2Pac, 2 mosted wanted, Life goes on e quase todas dele. Eminem: Not afraid, 3 a.m, Rap god e quase todas.”
O que é rap pra você?: “O RAP pra mim é um sentimento, é uma seita, uma dádiva, um louvor.”
Fale um pouco sobre o gênero: O RAP vai além de música. É tão impactante ver que apenas um gênero possa te passar tantas coisas boas, e quando te passam mensagens ruins elas vem de um jeito positivo e bom.
Ele se sobre saí em muitos sentidos e deixa claro independente de letra,o que ele quer passar pra você. Ele te impressiona, te encanta, te ensina, te faz chorar, sorrir, dançar. As vezes até mesmo falar com Deus.
Tinham crianças com 6 anos aprendendo o ABC, enquanto eu aprendia o RAP. E o RAP me ensinou às vezes muito mais que a escola. Mostrou que a vida não é “brincadeira de criança”, e sim barreiras que temos que olhar, estudar e ultrapassar.”


Nome:Jorge Miguel
Idade:22 anos
Estado:Rio de Janeiro
Como conheceu o rap?: “Meu irmão e meu pai já escutavam quando eu era mais novo, posso dizer que foi o primeiro contato. Em 2003 eu conheci o 50 Cent, foi um dos primeiros rappers que eu comecei a escutar, porque eu já conhecia 2Pac, Notorious mas o primeiro que eu comecei a escutar mesmo foi o 50 Cent.”
O que mais chamou a atenção?: “E o que mais chamou a minha atenção quando eu era moleque literalmente as garotas, até porque eu não sabia muito o que as letras falavam, então técnicamente as garotas.”
Por que gosta?: Porque eu gosto ... (risos)
Do que não gosta?: “O que eu não gosto no rap, eu acho que é muito individualista, todo mundo quer ser melhor, não é coletivo.”
Principais grupos e cantores?: “Os principais grupos de rap são ... pergunta difícil mas NWA, agora cantores ai tem bastante, sou bem variado entre Old e New School mas um pouco de 2Pac, Notorious B.I.G, 50 Cent, trazendo um pouco mais pra cá Kendrick Lamar, Drake, um pouco de Rick Ross também.”
Músicas favoritas?: “Minhas músicas favoritas são ... eu gosto muito de All about you do 2Pac, gosto de In da club do 50 Cent, Real do Kendrick Lamar.”
O que é o rap pra você?: “O rap pra mim é terapia, música pra mim é terapia pra mim, eu sempre procuro escrever ... principalmente nas minhas músicas coisas que eu esteja vivendo no momento ou algo que já tenha acontecido comigo, que tenha sido bastante marcante, por exemplo eu to pra lançar uma música nova, o nome dela é Deve ser assim que se faz uma canção e eu escrevi pra minha ex-namorada, é um som muito pessoal e eu costumo dizer que a gente que vive da música qualquer momento que você passa precisa virar música, não é indireta nem nada mas é pelo fato simples de que talvez aquela letra ou aquilo que você está sentindo pode ser a mesma coisa que várias outras pessoas estejam sentindo e não tem como se expressar e para mim é muito importante compor coisas que acontecem com você, não se é você se basear em uma história, é escrever coisas que acontecem com você, e como eu falei, música é terapia máxima, é uma coisa que está no meu sangue e eu acho que com a música muita gente acaba se identificando ou se expressando de certa forma, sempre tem aquela música que te faz lembrar alguém ou enfim alguma coisa e pra mim é um dos fatores mais incríveis do R&B, de tudo que você pode usar várias coisas em um único estilo, tipo não é como o pagode que a maioria dos pagodes são tristes e enfim outros gêneros, porque dentro do hip hop em si você pode falar sobre vários temas e ser versátil.”
Fale um pouco sobre o gênero: “Pra mim é um dos melhores estilos musicais, se não é um dos melhores é um dos mais completos porque ele se completa com todos os outros estilos, você pode escutar um álbum do Jay Z com o Link in Park, você pode escutar um rapper fazer participação com um cantor sertanejo ou o Kendrick Lamar cantar com a Taylor Swift, coisas do tipo.”

Opinião da blogueira:
Particularmente acho o rap um dos principais gêneros da música brasileira,por ser inicializado pelo povo negro que até então não tinham como se expressar para falar do que pensavam,sentiam,viam e viviam.E com a chegada do rap podiam falar de tudo o que viviam nas grandes periferias do país que eram esquecidas pela alta sociedade. Por falar das grandes periferias tinham como principais temas violência e drogas, que claro não foram bem aceitas no inicio pelas letras fortes e chocantes mas que com toda a certeza mudaram e revolucionaram a visão da sociedade para as periferias.
Tiveram grandes mudanças desde a chegada do rap ao Brasil até os dias de hoje,é extremamente visível através das letras e grupos.
Gosto,escuto e respeito muito o gênero mas por sua importância,letra,batida e outros fatores prefiro os grupos mais antigos de rap, porque apesar de mudanças serem necessárias os novos grupos,cantores e letras não me agradam tanto, mas respeito da mesma forma.
Comecei a escutar através do meu pai que sempre ouviu 2pac(até hoje o rapper americano mais influente),Racionais,Sabotage,Dexter,RZO,Expressão Ativa,Negra Li entre outros.O que sempre me chamou a atenção e me agradou é a forma como declamam a realidade muitas vezes vividas pelos próprios cantores, a forma como falam da dor,da luta,do preconceito,do abuso das autoridades,do esquecimento perante a sociedade,da perda de amigos e entes queridos,crescerem sem pai,das drogas e das dificuldades.
O gênero mudou muito minha visão sobre a realidade em geral, de como a televisão mostra apenas o lado “bonito” da história,de como a injustiça e o preconceito existem sim e muitas vezes são camuflados, de como a política e o governo não tem pretensão nenhuma em abrir nossos olhos,nos dar cultura ou no mínimo educação.
Tenho opinião formada sobre várias coisas, e que dificilmente serão mudadas, mas vejo que muitas pessoas, muito mais velhas do que eu não tem a mesma postura e acabam servindo de marionete para interesses alheios e que por pura ignorância acabam não vendo isso.
O rap é e sempre será importante pelo menos ao meu ver para o enriquecimento na compreensão de diversos fatores,temos sim que respeitar e lembrar de sua importância sempre.
                                                                                            Lavínia Bafoni de Andrade    

                  Algumas imagens que retratam um pouco as letras de rap:








Algumas músicas citadas:
https://www.youtube.com/watch?v=eHYTgO25XPI
https://www.youtube.com/watch?v=ToUzoWsoV60
https://www.youtube.com/watch?v=wTaZOENBY4w
https://www.youtube.com/watch?v=NkKt4emIZh4
https://www.youtube.com/watch?v=b4Cj4b3fJws




terça-feira, 7 de outubro de 2014

Introdução

Falaremos sobre o contexto musical, alguns gêneros e suas influências,desde o modo como se vestir,falar e se portar diante da sociedade. De como a música pode aproximar e afastar as pessoas e criar possíveis rivalidades. Também iremos falar das danças e como cada estilo musical influência no estilo de dançar. Iremos separar por tópicos cada estilo que nós escolhermos,separando imagens,vídeos,letras de música,fazer sugestões para representar melhor nossas ideias. Explicar o surgimento de cada estilo e suas influências(porque surgiram?como surgiram?onde?etc).