Hello Guys!
This post is for Uninove's English Workshop!
I going travel to USA in October 25th and i will stay there until November 1st. My objective is enjoy the Halloween with my friends.
We are go stay at the Hollywood Hotel in California and probably are go buy the costume nearby.
I will be the Freddy Krueger and give a lot of scares in 31th.
Minha Música Minha Identidade
terça-feira, 10 de setembro de 2019
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Rap
Rap (em inglês,
também conhecido como emceeing) é um discurso rítmico com rimas e poesias,
que surgiu no final do século XX
entre as comunidades negras dos Estados
Unidos. É um dos cinco pilares fundamentais da cultura hip hop,
de modo que se chame metonimicamente (e
de forma imprecisa) hip hop.
Pode ser interpretado a capela bem
como um som musical de fundo, chamado beatbox.
Os cantores de rap são conhecidos como rappers ou MCs, abreviatura para mestre de cerimônias.
Início
O rap, comercializado nos EUA,
desenvolveu-se tanto por dentro como por fora da cultura hip hop, e começou com
as festas nas ruas,nos anos 70 por
jamaicanos e outros. Eles introduziam as grandes
festas populares em grandes galpões,com a prática de ter um MC, que subia no palco junto ao DJ e animava a multidão, gritando e encorajando com as
palavras de rimas, até que foi se formando o rap. A origem do Rap veio da Jamaica, mais ou menos na
década de 1960 quando surgiram os sistemas de som, que eram colocados nas ruas
dos guetos jamaicanos para animar bailes. Esses bailes serviam de fundo para o
discurso dos "toasters", autênticos mestres de cerimônia que
comentavam, nas suas intervenções, assuntos como a violência das favelas de Kingston e a
situação política da Ilha, sem deixar de falar, é claro, de temas mais
polêmicos, como sexo e drogas. No início da década de 1970 muitos jovens
jamaicanos foram obrigados a emigrar para os Estados Unidos, devido a uma crise
econômica e social que se abateu sobre a ilha. E um em especial, o DJ jamaicano Kool Herc, introduziu em Nova
Iorque a tradição dos sistemas de som e do canto falado e foi se espalhando e
popularizando entre as classes mais pobres ate chegar a atingir a alta
sociedade.
Rap na Música
Rap, na música, é extremamente
fidedigna à improvisação poética sobre uma batida no tempo rápido e frequentemente
só é acompanhada pelo som do baixo, ou sem acompanhamento. Rap é um estilo musical raro em
que o texto é mais importante que a linha melódica ou a parte harmônica; sendo
um dos dois únicos estilos musicais da história da música ocidental em que o
texto é mais importante que a música o outro sendo o canto gregoriano, em que a música era uma monodia, homofônica, marcada pelo ritmo, e a melodia
religiosamente não podia nunca sobressair o texto litúrgico. O rap não usa melodias e motivos
decorativos e harmônicos com arranjos elaborados dos instrumentos, mas vale-se
somente em quão rápido o cantor narra a sua "fala" com muito pouca
musicalidade adicionada a sua poesia. A música rap também tem uma similaridade distinta com a música celta em que forma-se uma
brincadeira na qual os cantores tentam duelar suas frases com rimas,
rapidamente improvisadas e humorísticas; alternadamente, um desafiando o outro
nas rápidas frases inteligentes; quem ganha deixando o outro esgotado sem
idéias não paga pelas bebidas. Esta influência indireta e não intencional veio
da música de raiz, de folclore, importada pelos imigrantes escoceses e
irlandeses que migraram para o sul dos EUA, das fazendas de plantação, como a
música afro-americana, que pelo povo do sul, com a música de improvisação, no
Jazz de raiz, surge nos duelos de banjo (country)
depois, e desses "duelos" aparece também, bem mais tarde, o rap.
Brasil
No
Brasil, o movimento hip hop foi adotado, pelos jovens negros e pobres de
cidades grandes, como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Porto Alegre e
Curitiba, como forma de discussão e protesto contra o preconceito racial, a
miséria e a exclusão.
Antes mesmo do rap chegar ao Brasil,
algumas canções no estilo já tinham sido lançadas. Como possíveis primeiras
canções estão "Deixa Isso Pra Lá" (1964) de Jair
Rodrigues , "Melô
do Tagarela" (1979)
de Arnaud
Rodrigues e Luís Carlos Miele (paródia de Rapper's
Delight de Sugarhill
Gang) ,
"Mandamentos Black" (1977) e Mêlo do
Mão Branca" (1984)
de Gerson King
Combo . Outros como Rappin Hood,
apontam que os repentistas nordestinos seriam os precursores do
estilo no país .
O rap chegou ao Brasil no final dos anos 1980,
com grupos de periferia que se reuniam na estação São Bento do metrô de São
Paulo, lugar onde o movimento
punk começava a
surgir. Nesta época, as pessoas não aceitavam o rap, pois consideravam este
estilo musical como sendo algo violento e tipicamente de periferia. Os primeiros a frequentar o local
foram os dançarinos debreakdance, o principal tipo de dança hip hop.
O dançarino Nelson
Triunfo é considerado
um dos primeiros dançarinos de breakdance do país . Dentre estes b-boys, muitos acabaram
decidindo serem rappers,
como são chamados os cantores de rap. Apelidados de
"tagarelas", tiveram que se mover para a Praça
Roosevelt porque houve
uma divisão de grupos para cada um continuar difundindo um pilar da cultura hip
hop em cada lugar. Pouco tempo
depois, os rappers tornaram-se os principais representantes do movimento no
Brasil.
Foi de colaboração essencial para o
desenvolvimento do rap no país a apresentação do popular grupo americano Public Enemy,
em 1984. Através dele foi apresentado o rap a um número grande de pessoas e
começou a se difundir rapidamente entre a periferia dos grandes bairros. Em 1977, foi lançada "Kátia
Flávia" pelo cantor e ator carioca Fausto
Fawcett, considerado o primeiro rap do respectivo estado. O primeiro álbum exclusivo de rap
brasileiro que se tem notícia é Hip-Hop Cultura de Rua, lançado em
1988 pela gravadora Eldorado e produzida por Nasi e André Jung,
ambos integrantes do grupo de rock Ira! Nele foram apresentados artistas como Thaíde e DJ
Hum, MC Jack e Código 13. O destaque ficou por conta de Thaíde,
que interpretou os clássicos versos: "Meu nome é Thaíde, Meu corpo é
fechado e Não aceita revide". As bases do disco eram baseadas em funks americanos e acompanhadas espontaneamente
de scratches feitos pelos equipamentos de DJs.
No mesmo ano, a segunda coletânea foi
lançada e projetou um dos maiores grupos da história do rap brasileiro, os Racionais
MC's. Consciência Black, Vol. I, reuniu oito
faixas, dentre elas "Tempos Difíceis" e "Racistas Otários"
dos Racionais. Formado por Mano Brown, Edy Rock, Ice Blue e KL Jay,
o grupo apresentou para a mídia um rap voltado mais para a desigualdade na
periferia e as injustiças sociais com a raça e cor dos membros. Outras compilações da década de 80
foram Ousadia do Rap, de Kaskata's Records, O Som das Ruas, de Chic Show, Situation RAP de FAT Records. A maioria destas gravadoras surgiram
de pessoas que organizavam bailes blacks nos anos passados.
Com a mudança na política da capital
paulista, foi criada em agosto de 1989 a MH2O,
abreviatura de Movimento
Organizado de Hip Hop no Brasil, que posteriormente se tornaria uma organização não-governamental e estando presente em quatro das cinco
regiões do país. Este movimento
organizou a cultura hip hop, dividindo em seus principais pilares e organizando
as primeiras oficinas culturais. A
M2HO pode ser considerada como a responsável pelo novo tema abordado nos raps,
que antes eram feitos com base em piadas e histórias quaisquer.
Em 1990, os Racionais MC's lançaram o
seu trabalho de estréia, intitulado Holocausto
Urbano, através da gravadora Zimbabwe
Records. Foi lançado
em formato de LP e contava - além das duas músicas da
coletânea anterior - com "Pânico na Zona Sul", "Hey Boy",
"Beco sem Saída" e "Mulheres Vulgares". Racionais ainda lançou Escolha seu Caminho em 1992 e Raio X Brasil,
em 1993. Este último foi considerado o marco da propagação do rap na música
brasileira, fazendo os Racionais atrairem mais de 10 mil pessoas por show. Tal
fato fez o grupo abrir um espetáculo do norte-americano Public Enemy. As músicas "Fim de Semana no Parque" e "Homem na
Estrada", contidas em Raio
X Brasil foram as primeiras
de rap "alternativo" a serem executadas na rádio. No ano seguinte, uma coletânea chamada Racionais MC's foi lançada pela RDS Fonográfica reunindo as faixas dos três álbuns
anteriores.
Em 1993, no Rio de Janeiro, MV Bill participou da coletânea Tiro Inicial, que foi crucial
para que seguisse na carreira de rapper. Mas seu primeiro álbum, Traficando Informação, só viria em
1999. Com esse álbum, MV Bill recebeu o Prêmio Hutúz de 2000, na categoria álbum do ano.
Também no Rio de Janeiro e em 1993,
surgiu o Planet Hemp,
liderado por Marcelo D2 com uma espécie de rapcore,
misturando elementos do rap com reggae e rock. Seu primeiro álbum, intitulado Usuário, recebeu disco de ouro por 140 mil cópias vendidas. A sua temática foi bastante repreendida
pelas autoridades da época, que censuraram o videoclipe de "Legalize
Já", uma clara apologia ao uso da maconha. O entorpecente era tema recorrente nas
letras do Planet Hemp, que possuía uma postura totalmente favorável à sua
legalização e uso, começando pelo próprio nome do grupo.
Nessa mesma época, surgia Gabriel o Pensador com a demo "Tô Feliz (Matei o
Presidente)", que foi censurada cinco dias após o lançamento. Apesar disso, logo depois o rapper
assinou com a Sony Music e lançou o seu primeiro álbum homônimo, que alcançou
grande sucesso no mainstream com músicas como "Lôrabúrra",
"Retrato de um Playboy" e "175 Nada
Especial", sendo
que a última possuía um videoclipe vinculado na televisão com a participação de
diversas personalidades, como o jogador de futebol Ronaldo.
Ainda naquele ano em São Paulo, o Facção Central, principal nome do gangsta rap brasileiro, lançou o álbum de estréia Família Facção seguido por Juventude de Atitude, de 1995. Com uma
temática muito mais pesada que a da maioria dos grupos de rap da cena paulista,
o Facção Central trata na totalidade de sua discografia sobre a violência,
crime, pobreza e repressão policial nas favelas de São Paulo. O álbum Versos
Sangrentos de
1999, foi um dos mais polêmicos. As composições fortes de Eduardo Combinadas com o videoclipe de
"Isso aqui é uma Guerra" vinculado na
MTV, tiveram suas gravações confiscadas pelo Grupo de
Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado, tendo sua
exibição proibida pelo Ministério Público, que abriu um processo contra os
integrantes. O assessor de
Direitos Humanos do Ministério Público de São Paulo, Carlos Cardoso, por sua
vez declarou: "O grupo prega uma luta de classes primitiva. O casamento da
letra com as imagens resulta num filme de horror absurdo." Este fato acabou trazendo ainda mais
popularidade para o grupo e sua temática principal, que hoje é considerado um
dos maiores nomes do rap nacional.
Além desses casos, o rap já foi centro
de diversas outras polêmicas por causa de composições, como em 1992, em que o
grupo de rapcore Pavilhão 9 causou
controvérsia com o lançamento do álbum de estréia Primeiro Ato. Uma música
intitulada "Otários Fardados" fez com que os integrantes fossem alvo
de ameaças telefônicas anônimas.
O Realidade
Cruel do interior
paulista, é outro nome importante da cena do hip hop de São Paulo, seu primeiro
álbum Só Sangue Bom foi lançado em 1999, com uma temática
agressiva, semelhante ao Facção Central. Diversos
outros grupos paulistas de grande importância para o rap nacional surgiram na
década de 1990, entre eles Face da Morte, Detentos do
Rap e Sistema Negro.
Nessa década também emergiu a cena hip
hop na Região Metropolitana de Brasília,
destaque para as bandas com o selo da Gravadora Discovery: Cirurgia
Moral, Câmbio Negro, Código Penal, entre outras.
Em 1997, os Racionais MC's lançaram o
álbum Sobrevivendo no Inferno, considerado a
obra definitiva da banda com os seus maiores sucessos contidos, foi eleito pela Rolling Stone como o décimo quarto melhor disco
brasileiro de todos os tempos e
vendeu mais de 1,500,000 cópias, sendo
200 mil apenas no mês de lançamento. Hits
como "Capítulo 4, Versículo 3" e "Diário de um Detento", apareceram na
MTV com apresentação ao vivo no VMB e videoclipe vinculado na programação, respectivamente
Em 2002 o rapper Sabotage proveniente da Zona Sul de São Paulo lançou seu álbum de estreia Rap é Compromisso pela gravadora Cosa Nostra. Sua
carreira promissora chegaria ao fim já em janeiro de 2003, quando ele foi
assassinado.
Em 2003 Marcelo D2 lança seu segundo álbum A Procura da Batida Perfeita,
que rapidamente tornou-se um sucesso entre o grande público e o levou a fazer
versões acústicas de suas músicas para a MTV.
Em 2007 emergiu no Rio de Janeiro o Cone Crew Diretoria com a mixtape Ataque Lírico.
Com uma temática semelhante ao Planet Hemp, posteriormente o grupo gozaria de
sucesso significativo no final da década, mostrando-se um dos grupos mais
conhecidos da cena carioca no período, título
que divide com o Oriente.
Artistas consolidados e respeitados
como Racionais
MC's, MV Bill, GOG seguem nesta época sua carreira
artística. Por outra parte, o carioca Marcelo D2,
com sua mistura de hip hop e samba, conseguiu
relevância internacional, atuando em vários países da Europa, nos Estados
Unidos e sendo entrevistado pelo jornal espanhol El País.
Nos anos finais da década dos anos
2000, apareceu uma nova cena paulista que contribuiu para renovar o hip hop
brasileiro em todos os âmbitos. Com estilo ágil e letras mais variadas (não só
sobre crime e condições de vida em subúrbios e favelas) mas mantendo o espírito
underground e a consciência social, artistas vinculados a "Laboratório Fantasma" como o Emicida, Rashid,Projota, Criolo Doido ou Kamau são os nomes mais destacados desta
nova geração paulista. Alguns desses artistas, como o Emicida,
começaram sua carreira artística nas batalhas de MC's. A participação do Emicida no programa de Jô Soares evidenciou o
fato do rap brasileiro ter ganhado um importante espaço na mídia e na sociedade
brasileira, presente diversas vezes na lista trending
topic mundial no Twitter.
Entrevistas:
Nome:Mauro de França
Idade:17 anos
Estado:São Paulo
Como conheceu o rap?: “Conheci o gênero através dos
meus pais e dos meus tios,que me influenciaram a ouvir rap,tinha mais ou menos
4 ou 5 anos quando na minha casa só tocava Racionais, Facção, Expressão Ativa,
entre outros.
O que mais chamou a atenção?: “O que mais me chamou
a atenção no gênero foi a mensagem, o jeito como cantam e a inteligência nas
letras, por que não é uma coisa normal esse tipo de pensamentos , por que eles
mostra através das letras que à vida não é nenhuma novela das seis, nem
Malhação, não é seriado da Fox, a vida é dura.”
Porque gosta?: Gosto pelas mensagens, letras,
batidas , porque existem vários tipos de rap. Tem o rap revolucionário , o rap underground,
os 80, os 90. Os undergrounds são aqueles mais inteligentes com batidas mais
dançantes, então eu gosto por isso, pelas letras e por meus pais serem os
pilares disso e gostarem tanto desse gênero.
Do que não gosto?: O que eu não gosto são uns que
estão chegando agora, que estão começando a saber o que é o rap de verdade e
meio que dizem que o rap é deles, isso é o que eu não gosto, na verdade tenho
muito ódio disso, por que na favela só cabe o Racionais e tem muita gente ai
que ta achando que são melhores mas estão começando agora, então tem que ter um
pouco de respeito, não vou citar nomes por que é meio desnecessário, estão de
achando um 2Pac da vida!”
Principais grupos e cantores?: “Eu tenho muitos
cantores e grupos, nacionais e internacionais.
Vou começar pelos nacionais: Sabotage, Dexter,
Nocivo Shomon, Marechal, Negra Li, Gabriel Pensador, 509-E, Trilha sonora do
gueto, Haikaiss, Zero real marginal,Carteu Mc’s, Insônia, Ericon, Café crime,
Cacife Clandestino, Shaolin, Start RAP, Marcelo D2, Kamau, Rappin Hood, Posso
mente Zulu, Flow MC, entre outros.
Internacionais:2Pac, Eminem, 50 Cent, Notorious
B.I.G, The game, Eazy-E, Wu tang clan, DMX, Beat Boys, Dr.Dre, Snoop Dog, Ice
cube,N.W.A, D-12, Rayce da 59, Kendrick Lamar, Joey Bada$$, Tyler, The
creathor, Tyga, Chris Brown, Bow-ow, Omarion, T-pain, A$AP ROCKY, A$AP FERG,
A$PP MOB, RZA, GZA, Method Man, entre outros.”
Músicas favoritas?: “As músicas que mais gosto são:
Artigo 157 do Racionais, Jesus Chorou-Racionais, e praticamente todas deles. Na
dor de uma lágrima-Expressão Ativa, Respeito é pra quem tem-Sabotage, A
cultura-Sabotage, Mun Rá-Sabotage e todas dele. Gosto
Ambitionz e as Ridah 2Pac, I an’t mad at cha-2pac, Hit em up-2Pac, 2 mosted
wanted, Life goes on e quase todas dele. Eminem: Not afraid, 3 a.m, Rap god e quase todas.”
O que é rap pra você?: “O RAP pra mim é um
sentimento, é uma seita, uma dádiva, um louvor.”
Fale um pouco sobre o gênero: O RAP vai além de
música. É tão impactante ver que apenas um gênero possa te passar tantas coisas
boas, e quando te passam mensagens ruins elas vem de um jeito positivo e bom.
Ele se sobre saí em muitos sentidos e deixa claro
independente de letra,o que ele quer passar pra você. Ele te impressiona, te
encanta, te ensina, te faz chorar, sorrir, dançar. As vezes até mesmo falar com
Deus.
Tinham crianças com 6 anos aprendendo o ABC,
enquanto eu aprendia o RAP. E o RAP me ensinou às vezes muito mais que a
escola. Mostrou que a vida não é “brincadeira de criança”, e sim barreiras que
temos que olhar, estudar e ultrapassar.”
Nome:Jorge Miguel
Idade:22 anos
Estado:Rio de Janeiro
Como conheceu o rap?: “Meu irmão e meu pai já
escutavam quando eu era mais novo, posso dizer que foi o primeiro contato. Em
2003 eu conheci o 50 Cent, foi um dos primeiros rappers que eu comecei a
escutar, porque eu já conhecia 2Pac, Notorious mas o primeiro que eu comecei a
escutar mesmo foi o 50 Cent.”
O que mais chamou a atenção?: “E o que mais chamou
a minha atenção quando eu era moleque literalmente as garotas, até porque eu
não sabia muito o que as letras falavam, então técnicamente as garotas.”
Por que gosta?: Porque eu gosto ... (risos)
Do que não gosta?: “O que eu não gosto no rap, eu
acho que é muito individualista, todo mundo quer ser melhor, não é coletivo.”
Principais grupos e cantores?: “Os principais
grupos de rap são ... pergunta difícil mas NWA, agora cantores ai tem bastante,
sou bem variado entre Old e New School mas um pouco de 2Pac, Notorious B.I.G,
50 Cent, trazendo um pouco mais pra cá Kendrick Lamar, Drake, um pouco de Rick
Ross também.”
Músicas favoritas?: “Minhas músicas favoritas são
... eu gosto muito de All about you do 2Pac, gosto de In da club do 50 Cent,
Real do Kendrick Lamar.”
O que é o rap pra você?: “O rap pra mim é terapia,
música pra mim é terapia pra mim, eu sempre procuro escrever ... principalmente
nas minhas músicas coisas que eu esteja vivendo no momento ou algo que já tenha
acontecido comigo, que tenha sido bastante marcante, por exemplo eu to pra
lançar uma música nova, o nome dela é Deve ser assim que se faz uma canção e eu
escrevi pra minha ex-namorada, é um som muito pessoal e eu costumo dizer que a
gente que vive da música qualquer momento que você passa precisa virar música,
não é indireta nem nada mas é pelo fato simples de que talvez aquela letra ou
aquilo que você está sentindo pode ser a mesma coisa que várias outras pessoas
estejam sentindo e não tem como se expressar e para mim é muito importante
compor coisas que acontecem com você, não se é você se basear em uma história,
é escrever coisas que acontecem com você, e como eu falei, música é terapia
máxima, é uma coisa que está no meu sangue e eu acho que com a música muita
gente acaba se identificando ou se expressando de certa forma, sempre tem
aquela música que te faz lembrar alguém ou enfim alguma coisa e pra mim é um
dos fatores mais incríveis do R&B, de tudo que você pode usar várias coisas
em um único estilo, tipo não é como o pagode que a maioria dos pagodes são
tristes e enfim outros gêneros, porque dentro do hip hop em si você pode falar
sobre vários temas e ser versátil.”
Fale um pouco sobre o gênero: “Pra mim é um dos
melhores estilos musicais, se não é um dos melhores é um dos mais completos
porque ele se completa com todos os outros estilos, você pode escutar um álbum
do Jay Z com o Link in Park, você pode escutar um rapper fazer participação com
um cantor sertanejo ou o Kendrick Lamar cantar com a Taylor Swift, coisas do
tipo.”
Opinião da blogueira:
Particularmente acho o rap um dos principais
gêneros da música brasileira,por ser inicializado pelo povo negro que até então
não tinham como se expressar para falar do que pensavam,sentiam,viam e viviam.E
com a chegada do rap podiam falar de tudo o que viviam nas grandes periferias
do país que eram esquecidas pela alta sociedade. Por falar das grandes
periferias tinham como principais temas violência e drogas, que claro não foram
bem aceitas no inicio pelas letras fortes e chocantes mas que com toda a
certeza mudaram e revolucionaram a visão da sociedade para as periferias.
Tiveram grandes mudanças desde a chegada do rap ao
Brasil até os dias de hoje,é extremamente visível através das letras e grupos.
Gosto,escuto e respeito muito o gênero mas por sua
importância,letra,batida e outros fatores prefiro os grupos mais antigos de
rap, porque apesar de mudanças serem necessárias os novos grupos,cantores e
letras não me agradam tanto, mas respeito da mesma forma.
Comecei a escutar através do meu
pai que sempre ouviu 2pac(até hoje o rapper americano mais
influente),Racionais,Sabotage,Dexter,RZO,Expressão Ativa,Negra Li entre outros.O
que sempre me chamou a atenção e me agradou é a forma como declamam a realidade
muitas vezes vividas pelos próprios cantores, a forma como falam da dor,da
luta,do preconceito,do abuso das autoridades,do esquecimento perante a
sociedade,da perda de amigos e entes queridos,crescerem sem pai,das drogas e das
dificuldades.
O gênero mudou muito minha visão
sobre a realidade em geral, de como a televisão mostra apenas o lado “bonito”
da história,de como a injustiça e o preconceito existem sim e muitas vezes são
camuflados, de como a política e o governo não tem pretensão nenhuma em abrir
nossos olhos,nos dar cultura ou no mínimo educação.
Tenho opinião formada sobre
várias coisas, e que dificilmente serão mudadas, mas vejo que muitas pessoas,
muito mais velhas do que eu não tem a mesma postura e acabam servindo de
marionete para interesses alheios e que por pura ignorância acabam não vendo
isso.
O rap é e sempre será importante
pelo menos ao meu ver para o enriquecimento na compreensão de diversos
fatores,temos sim que respeitar e lembrar de sua importância sempre.
Lavínia Bafoni de Andrade
Algumas imagens que retratam um pouco as letras de rap:
Algumas músicas citadas:
https://www.youtube.com/watch?v=eHYTgO25XPI
https://www.youtube.com/watch?v=ToUzoWsoV60
https://www.youtube.com/watch?v=wTaZOENBY4w
https://www.youtube.com/watch?v=NkKt4emIZh4
https://www.youtube.com/watch?v=b4Cj4b3fJws
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Introdução
Falaremos sobre o contexto musical, alguns gêneros e suas influências,desde o modo como se vestir,falar e se portar diante da sociedade.
De como a música pode aproximar e afastar as pessoas e criar possíveis rivalidades.
Também iremos falar das danças e como cada estilo musical influência no estilo de dançar.
Iremos separar por tópicos cada estilo que nós escolhermos,separando imagens,vídeos,letras de música,fazer sugestões para representar melhor nossas ideias.
Explicar o surgimento de cada estilo e suas influências(porque surgiram?como surgiram?onde?etc).
Assinar:
Postagens (Atom)







